Há quem diga que ainda não temos idéia do que será a internet em algumas décadas, que a mídia é ainda nova, recém inventada. Dos blogs, então, não seria diferente a conclusão de que muito pouco se sabe sobre tão interessante atividade. Não é por acaso que blogs nascem e morrem com uma velocidade razoável e muitos renomados blogueiros passam - amiúde - por incertezas e dúvidas no momento de realizar alguma postagem e estruturar seu blog.
Cá no meu canto, não me considerando um nato blogueiro, tenho fé num conceito que vai na contramão dos mais afamados e visitados blogs deste país: não quero novidades, não quero propagar a febre do momento, não quero mostrar as fotos de moça nua que ainda está nas bancas de jornal. E, sobretudo, não espero ser popular: fazendo uma revisão de tudo o que postei durante um ano, estive em geral resgatando vídeos e músicas e imagens que não correm em todas as páginas, mesmo que jamais tivesse a intenção malígna de fazer beneficiência virtual. Não tenho mesmo este interesse: o mundo precisa de educação, é certo, mas não serei eu o educador. Sou lúcido demais para me transformar em lunático que ergue bandeira e luta por um ideal tão pouco compreensível.
E se alguém me pergunta, eu respondo: apenas não se regozija com a arte e a cultura quem não quer. Quem prefere outra coisa, pois bem. Lamento e mando boa-tarde. Só.
Assim, respondo mesmo uma pergunta que me fiz certa vez, numa inocência de me envergonhar. Hoje já não penso em divulgação, não penso em mandar e-mail, não penso em pedir visitação de amigos. Nada. Nem desejo ter contadores, mapeamentos do Google ou seja lá o que for. Eu me regozijo na simplicidade da quietude.
Se alguém passar por aqui, terei mais motivos para alguma alegria. Entretanto, não farei alarde. Não sigo mais em busca de um conceito.
Obs.: depois deste pequeno blá-blá-blá sem hora, justifico a postagem com Bruce Springsteen e a canção Brilliant Disguise.
Cá no meu canto, não me considerando um nato blogueiro, tenho fé num conceito que vai na contramão dos mais afamados e visitados blogs deste país: não quero novidades, não quero propagar a febre do momento, não quero mostrar as fotos de moça nua que ainda está nas bancas de jornal. E, sobretudo, não espero ser popular: fazendo uma revisão de tudo o que postei durante um ano, estive em geral resgatando vídeos e músicas e imagens que não correm em todas as páginas, mesmo que jamais tivesse a intenção malígna de fazer beneficiência virtual. Não tenho mesmo este interesse: o mundo precisa de educação, é certo, mas não serei eu o educador. Sou lúcido demais para me transformar em lunático que ergue bandeira e luta por um ideal tão pouco compreensível.
E se alguém me pergunta, eu respondo: apenas não se regozija com a arte e a cultura quem não quer. Quem prefere outra coisa, pois bem. Lamento e mando boa-tarde. Só.
Assim, respondo mesmo uma pergunta que me fiz certa vez, numa inocência de me envergonhar. Hoje já não penso em divulgação, não penso em mandar e-mail, não penso em pedir visitação de amigos. Nada. Nem desejo ter contadores, mapeamentos do Google ou seja lá o que for. Eu me regozijo na simplicidade da quietude.
Se alguém passar por aqui, terei mais motivos para alguma alegria. Entretanto, não farei alarde. Não sigo mais em busca de um conceito.
Obs.: depois deste pequeno blá-blá-blá sem hora, justifico a postagem com Bruce Springsteen e a canção Brilliant Disguise.