Com injustificável atraso, pude assistir, ontem, a dois filmes que há tempos eu desejava ver, por motivos óbvios. Os Infiltrados, de Martin Scorsese, o qual considerei mesmo muito bom, e O Labirinto do Fauno, o qual amei, não tendo outra coisa que dizer além de um "bravo!", tal qual aqueles da ópera bem executada. Não seria nenhum exagero dizer que se trata de um dos dez melhores filmes desta década, tanto por sua beleza estética quanto por sua capacidade rara de associar a fantasia e a realidade.
segunda-feira, setembro 17, 2007
sábado, setembro 15, 2007
Semana breve e muito o que pensar.
Ora, neste meu confessionário escancarado, em que muitas vezes os leitores deste mundo desconhecido podem bem saber das minhas mazelas, não obstante a dose de vaidade que se possa obter desta mesma exposição, tenho aplicado sempre alguns elementares conceitos, misturando arte e lirismo, imagens e sons, os quais bem cairiam em qualquer blog de razoável prumo. Mas deve já o leitor imaginário, meu tão caro e invisível leitor!, que ando já insatisfeito com as limitações operacionais desta página. E este é sempre o demônio que nos incita, com boas doses de insensatez, a buscar por renovações que nos levem, enfim, a alguma glória que nos perpetue na história imaginária de nossa própria capacidade de inventar histórias. Não sei exatamente o que quero com toda esta conversa-mole, nem mesmo com todas as minhas vontades, o que é bem certo. Assim, tenho me esforçado para ter alguma nobre idéia, a qual me dê conforto e me possibilite fazer o que faço aqui, neste blog, e que tanto me apraz, porém em melhor canto, com mais possibilidades e recursos e cores. Ando, em verdade, insatisfeito - e nada me tira das idéias que devo, seja como for, buscar por novos modos de levar ao mundo toda a minha capacidade de entreter, tal qual um trovador de raras melodias que canta suas mágoas sob uma janela fechada.
Oferecido por
Gérri Rodrian
sexta-feira, setembro 14, 2007
Nothing gonna change my world.
Nesta semana toda cheia de idéias, algumas das quais nada me renderiam, visto levarem consigo a insígnia da impraticabilidade, apesar de criativas, eu me quedei a observar melhor o que me cerca e aquilo que melhor me assessora na realização das demais idéias que tenho tido pela vida. Do julgamento, enfim, pouco me resta e creio que eu deveria mesmo e tão somente escrever meus romances e peças, sem me enveredar pela música e por qualquer outra coisa que de mim exija o aprendizado das mais jovens tecnologias.
Mas além de paciente, me diriam, sou teimoso. E persisto. Ainda na última quarta-feira, fui tocado por uma idéia possivelmente deliciosa: transformar esta revista-blog numa vídeo-revista, mensal, feito um programa de televisão, editado no generoso Sony Vegas e com tudo aquilo que se vê por aqui, com ainda mais, e cujo teor chegaria aos meus imaginários leitores por meio de algum melhor youtube. Ou por meio deste próprio blog, conforme as possibilidades técnicas me permitissem tamanha realização.
Mas a natureza deu asa às galinhas e aos pombos, ignorando as serpentes e os porcos. Assim, a cada idéia que me aparece, com elas cem quilos de complicações num anexo pesado e profundamente chato. E visto que sou excelente para as idéias e péssimo para a organização e planejamento, fico por vezes num embaraço dos mais cruéis: se, num exemplo cotidiano, preciso que meu PC se mostre valente e renderize meus vídeos, então se mostra ele um verdadeiro anêmico ao levantar um saco de cimento. Noutro exemplo, se o mesmo PC precisa gravar dados num DVD, com a finalidade de esvaziar um pouco a parca largura de seu disco rígido, eis que a gravação falha. Coisas do gênero.
Assim, me justifico. E portanto, como estive e estou a pensar em meios de realizar aquilo que desejo, sem gastar um único centavo e com um computador que anda moribundo, natural que este blog fique sem conteúdo novo. Mas segunda-feira, voltarei. E como todo retorno traz as marcas das novas reflexões, espero eu carregar alguma novidade que mereça crédito.
Mas além de paciente, me diriam, sou teimoso. E persisto. Ainda na última quarta-feira, fui tocado por uma idéia possivelmente deliciosa: transformar esta revista-blog numa vídeo-revista, mensal, feito um programa de televisão, editado no generoso Sony Vegas e com tudo aquilo que se vê por aqui, com ainda mais, e cujo teor chegaria aos meus imaginários leitores por meio de algum melhor youtube. Ou por meio deste próprio blog, conforme as possibilidades técnicas me permitissem tamanha realização.
Mas a natureza deu asa às galinhas e aos pombos, ignorando as serpentes e os porcos. Assim, a cada idéia que me aparece, com elas cem quilos de complicações num anexo pesado e profundamente chato. E visto que sou excelente para as idéias e péssimo para a organização e planejamento, fico por vezes num embaraço dos mais cruéis: se, num exemplo cotidiano, preciso que meu PC se mostre valente e renderize meus vídeos, então se mostra ele um verdadeiro anêmico ao levantar um saco de cimento. Noutro exemplo, se o mesmo PC precisa gravar dados num DVD, com a finalidade de esvaziar um pouco a parca largura de seu disco rígido, eis que a gravação falha. Coisas do gênero.
Assim, me justifico. E portanto, como estive e estou a pensar em meios de realizar aquilo que desejo, sem gastar um único centavo e com um computador que anda moribundo, natural que este blog fique sem conteúdo novo. Mas segunda-feira, voltarei. E como todo retorno traz as marcas das novas reflexões, espero eu carregar alguma novidade que mereça crédito.
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