Como destaque desta semana, a publicação do texto Nada a Fazer Depois de um Bom Jantar. Drama urbano sobre a banalidade e a proliferação da violência miserável de São Paulo. A leitora amiga e o leitor marido deveriam ler o texto, brincando de atriz e ator, pensando, às vezes, como é mesmo desagradável viver com certo medo de andar pela madrugada, em busca daquela última dose...
sábado, setembro 16, 2006
Vá ao teatro.
Como destaque desta semana, a publicação do texto Nada a Fazer Depois de um Bom Jantar. Drama urbano sobre a banalidade e a proliferação da violência miserável de São Paulo. A leitora amiga e o leitor marido deveriam ler o texto, brincando de atriz e ator, pensando, às vezes, como é mesmo desagradável viver com certo medo de andar pela madrugada, em busca daquela última dose...
E fim de papo.
sexta-feira, setembro 15, 2006
Tempo de vestir vermelho.
Houve um tempo em que mesmo os sujeitos mais machões, aqueles duros de engolir, bravos toscos e amantes de violência e luta entre homens, como o judô, que nada mais é que... Bem, naqueles tempos havia The Smiths. O povo dançava rebolando feito fresco. Todos. Até os caras que jogavam de zagueiros lá nos times em que eu demonstrava toda a minha(in)habilidade para o desporto. Não eram fáceis aqueles tempos, sobretudo para um intelectual mirim e cabeçudo. A canção é o poema oitentista Heaven Knows I'm a Miserable Now. Aliás, apenas um pensamento de agora: The Smiths foram somente possíveis na Inglaterra. Um tipo de música impossível de ser desassociada daquele povo. Justo que eu considere que os Smiths sejam música regional. Tão identificada à sua gente está. Meio como Luiz Gonzaga e Adoniram Barbosa.






