sábado, fevereiro 03, 2007

Lacônico.


Mais outra semana que se esvai completamente, sem grandes comprovações de que a existência é realmente sublime. E continuo a acreditar que tudo isso é mesmo uma grande confusão, sem lá muito contorno.

sexta-feira, fevereiro 02, 2007

A propaganda é a alma e a lama.

Duas excelentes e rápidas propagandas com a imagem de Claudia Schiffer. Associá-la a um produto necessariamente refinado me parece uma idéia das mais funcionais. Afinal, a imagem da moça é mesmo um símbolo forte de bonança, elegância e suavidade. E nisto está o que há de mais cafajeste neste mundo do marketing: associar um produto, seja um café, um carro ou pedaço de pano à mais abstrata forma de desejo que se possa conceber.


Escolhas alheias.

Finalizando com as escolhas alheias desta semana, o tal de Bon Jovi e a canção Dry Count. Agradeço à amiga Viviane, pelas indicações. E vale uma rápida observação sobre Viviane: poucas pessoas das quais conheço pessoalmente escrevem tão bem quanto ela. E olha que sou um sujeito pra lá de chato quando o assunto é "escrever seja lá o que for". Sou de rasgar papel e até pisar em cima, se preciso - tão somente para mostrar descontentamento. Como professor e escritor aprendi a admirar aqueles que possuem esse bom talento para escrever - porque sei, e como sei, o quanto é difícil se produzir um texto que agrade aos exigentes leitores. Há dificuldade em todas as coisas que se possa fazer nesta vida, mas creio que a mais complexa é justamente esta estranha arte de misturar conceitos, subjetividade, técnica, letras e sons que a gente não ouve com os ouvidos, mas ressoam pelos cantos da cabeça. E imagens que gente bem vê, sem usar os olhos.